Não sei a resposta certa, embora saiba responder.
Sei que os melhores e mais relevantes professores, colegas, chefes/líderes, pais, amigos, conhecidos, são aqueles quase preocupam, aqueles que se preocupam profundamente.
Por isso, são habitualmente pessoas abertas, disponíveis, sensatas e interessadas nos “seus”, ou seja, alheadas do seu próprio interesse.
A relevância é menos difícil de perceber, pois, sabemos que não advém da responsabilidade social ou organizacional do papel, antes da sua razão e validação, i.e., de quem avalia o responsável.
Não é responsável quem manipula e dedica a responsabilidade para seu próprio e único benefício.
Será um não exemplo, ou, no mínimo, um egocêntrico. A responsabilidade é justificada e validada por aqueles que são servidos, não por aqueles que se servem dos supostos “seus”. Relevantes são aqueles que fazem da responsabilidade um meio devotado a ensinar, valorizar, promover ou a enriquecer os “seus”.
Talvez, por isso, estes rareiem tanto, pois, o caminho da dedicação, humildade, integridade, audácia e perseverança é sempre mais árduo e discreto que o do auto interesse.
Contudo, nós distinguimos bem quem na nossa vida são os que fazem a diferença.
Apesar de não estarem isentos de falhas, inerências de qualquer ser humano, não precisamos de um manual para saber quem são… na família, na escola, no local de trabalho, nas amizades.
O que não sabemos, na verdade, é por que são tão raros. Pensar nisto, pode ser um princípio. Mantenham-se dedicados.