Tenho 25 anos de trabalho e colaboração com o setor público, órgãos de soberania (salvo Presidência da República) e setor social.
Apoio serviços, organismos e dirigentes públicos e sociais no desenho e implementação de normas, estratégias, planos e procedimentos com a máxima legalidade, integridade, pedagogia, inovação e motivação.
A minha mais-valia é partilhar saber e experiência, profissional e académico, técnico e multidisciplinar – em direito, gestão, ética, transparência, compliance, integridade – para navegar e enfrentar as exigências e desafios diários em modo eficaz, inclusivo e inspirador.
Nasci em Campo Maior (Alentejo), em casa dos meus avós, mas estou registado em Lisboa, para onde vim logo após ter nascido. Porém, considero a Ericeira a minha “casa”, por razões, também, familiares.
Sou licenciado em Direito (menção jurídico-políticas), advogado (inscrição auto-suspensa), mestre em administração e políticas públicas, diplomado em estudos avançados em gestão pública, liderança pública e em políticas públicas, entre outros cursos pós-graduados de gestão e direito, e a minha tese de doutoramento é sobre gestão e implementação da integridade pública.
No domínio TIBA, estou membro da Comunidade de Especialistas Anticorrupção do MENAC/TI e (co-)embaixador dos valores do Instituto Superior Técnico, colaborei no Referencial de Educação para a Transparência e Integridade da DGES/MEC e exerci diversos cargos de dirigente no setor público e social, tendo sido, ainda, cofundador e coordenador de grupos de trabalho e associações cívicas.
Algumas atividades e causas cívicas e associativas:
Henry Longfellow
Partilho, motivo e inspiro estratégias, evidências e boas práticas na administração pública e setor social
Participação em redes de investigação e fóruns de debate sobre governação, direito público e políticas públicas, com artigos e papers sobre o setor público.
Os caminhos e desafios da transição digital são muitos e árduos para a indústria universitária, mas assaz evidentes e enriquecedores para os seus atores. Deste modo, o primeiro passo deve ser, desde logo, assumir um compromisso digital para a sua organização e todas as suas decisões, operações e processos diários, dos serviços às lideranças, passando por todos os atores universitários e suas prioridades e papéis. No que toca aos líderes, cuja propulsão da mudança não existe sem eles, devem começar precisamente por aí, pela sua liderança.
É indispensável uma visão íntegra de transformação digital fundada na vontade férrea por parte dos líderes, só possível, com a seleção de lideranças que transportam valores digitais, ou seja, líderes digitalmente vocacionados, sob pena de palavras e documentos estratégicos e afins, não passarem de retórica gestionária e burocracia comunicacional.
Mais, líderes que saibam trabalhar com e elevar os seus liderados, transformando-os, por sua vez, também líderes da mudança, focados na transformação digital através da realização humana, não deixando, no final, ninguém para trás.
O mundo não mudou… está a mudar, digitalmente.